Pernambuco a Cultura em Foco
Ministério da Cultura
Representação Regional Nordeste
Convite
O Ministério da Cultura (MinC), através da Secretaria de Cidadania Cultural e a Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura convidam para as Oficinas de orientação sobre o Prêmio Agente Jovem de Cultura que vão acontecer entre os dias 21 e 24 de março, em Pernambuco. No Recife, a oficina acontece no Pontão Sítio Trindade em Casa Amarela, dia 21 e também na capital, acontece dia 22 uma oficina na Federação das Quadrilhas de Pernambuco no centro da cidade e outra, dia 23 na UR2, que em parceria com a Rede Reação do Ibura, promove a oficina na Escola Professor Jordão Hemereciano. Dia 24 é a vez da cidade de Camaragibe promover o encontro no Colégio Frei Caneca, em parceria com o Ponto de Cultura TECER.
Para participar, não é necessária a inscrição prévia.
Informações: (81) 3117-8439 / 3117-8460
Dia 21 de março de 2012, 14h, Pontão Sítio Trindade, Estrada do Arraial 3259 – Casa Amarela Recife PE;
Dia 22 de março de 2012, 19h, Federação das Quadrilhas de Pernambuco, URB Recife. Av. Conde da Boa Vista – Recife PE;
Dia 23 de março de 2012, 19h Parceria com a Rede Reação do Ibura – Recife na Escola Prof. Jordão Hemereciano. Av. Angra dos Reis s/n UR2 Recife-PE;
Dia 24 de março de 2012, 15h, parceria com o Ponto de cultura TECER, Camaragibe. Colégio Frei Caneca, Av. Belmino Correia, centro, Camaragibe PE.
Representação Regional Nordeste
Convite
O Ministério da Cultura (MinC), através da Secretaria de Cidadania Cultural e a Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura convidam para as Oficinas de orientação sobre o Prêmio Agente Jovem de Cultura que vão acontecer entre os dias 21 e 24 de março, em Pernambuco. No Recife, a oficina acontece no Pontão Sítio Trindade em Casa Amarela, dia 21 e também na capital, acontece dia 22 uma oficina na Federação das Quadrilhas de Pernambuco no centro da cidade e outra, dia 23 na UR2, que em parceria com a Rede Reação do Ibura, promove a oficina na Escola Professor Jordão Hemereciano. Dia 24 é a vez da cidade de Camaragibe promover o encontro no Colégio Frei Caneca, em parceria com o Ponto de Cultura TECER.
Para participar, não é necessária a inscrição prévia.
Informações: (81) 3117-8439 / 3117-8460
Dia 21 de março de 2012, 14h, Pontão Sítio Trindade, Estrada do Arraial 3259 – Casa Amarela Recife PE;
Dia 22 de março de 2012, 19h, Federação das Quadrilhas de Pernambuco, URB Recife. Av. Conde da Boa Vista – Recife PE;
Dia 23 de março de 2012, 19h Parceria com a Rede Reação do Ibura – Recife na Escola Prof. Jordão Hemereciano. Av. Angra dos Reis s/n UR2 Recife-PE;
Dia 24 de março de 2012, 15h, parceria com o Ponto de cultura TECER, Camaragibe. Colégio Frei Caneca, Av. Belmino Correia, centro, Camaragibe PE.
II Seminário de ATER Indígena de Pernambuco
Publicado em 15 de março de 2012 por Victoria Almeida
O MDA, por meio da SAF/Dater, apóia projetos de ATER assistência técnica e extensão rural em áreas indígenas que têm como referência o etnodesenvolvimento das comunidades, a promoção da segurança alimentar e o incentivo às atividades produtivas em comunidades indígenas, por intermédio de metodologias específicas que valorizem os elementos culturais, os aspectos ambientais e os alimentos tradicionais.
Após a realização do I Seminário do ATER Indígena que aconteceu em 2008 na aldeia Capim de Planta, TI Xukuru de Ororubá, e por conta da grande demanda dos povos indígenas na área da agricultura familiar, foi pensado no segundo momento desse seminário. Sendo assim de 01 a 04 de março de 2012, na aldeia Amarra Pé, TI Pankará que fica localizado no município de Floresta-PE, foi realizado o II Seminário do ATER Indígena, onde teve a presença dos povos indígenas Pankara, Pankararu, Pankararu Entre Serras, Truka de Orocó, Xukuru de Ororubá, Fulni-ô e representantes do MDA, SAF/Dater, IPA, SARA, APOINME e CIMI.
Esse seminário teve como um de seus objetivos, discutir e formular propostas, baseado nos 05 eixos temáticos do documento de ATER Indígena
Publicado em 15 de março de 2012 por Victoria Almeida
O MDA, por meio da SAF/Dater, apóia projetos de ATER assistência técnica e extensão rural em áreas indígenas que têm como referência o etnodesenvolvimento das comunidades, a promoção da segurança alimentar e o incentivo às atividades produtivas em comunidades indígenas, por intermédio de metodologias específicas que valorizem os elementos culturais, os aspectos ambientais e os alimentos tradicionais.
Após a realização do I Seminário do ATER Indígena que aconteceu em 2008 na aldeia Capim de Planta, TI Xukuru de Ororubá, e por conta da grande demanda dos povos indígenas na área da agricultura familiar, foi pensado no segundo momento desse seminário. Sendo assim de 01 a 04 de março de 2012, na aldeia Amarra Pé, TI Pankará que fica localizado no município de Floresta-PE, foi realizado o II Seminário do ATER Indígena, onde teve a presença dos povos indígenas Pankara, Pankararu, Pankararu Entre Serras, Truka de Orocó, Xukuru de Ororubá, Fulni-ô e representantes do MDA, SAF/Dater, IPA, SARA, APOINME e CIMI.
Esse seminário teve como um de seus objetivos, discutir e formular propostas, baseado nos 05 eixos temáticos do documento de ATER Indígena
1- ATER e o desenvolvimento Rural Sustentável,
2 – ATER para a diversidade da agricultura familiar e a redução das desigualdades,
3 – ATER e políticas publicas,
4 – Gestão, Financiamento, Demanda e Oferta dos serviços de ATER,
5 – Metodologia e Abordagens de Extensão Rural.
Ao termino das discussões e dos trabalhos em grupos surgiram varias propostas, e entre as mais importantes segundo os participantes da ATER Indígena deve pensar e expressar a relação de cada povo com seu território, sua territorialidade, sua religiosidade, sua cultura e tradição. Devendo colaborar para o projeto de futuro de cada Povo Indígena; O calendário de trabalho de ATER Indígena deve se adaptar ao calendário interno de cada Povo\comunidade Indígena; Criar uma Comissão de ATER Indígena, como tem a COPIPE, que fará o diálogo com as outras instituições\governo; Que no processo de elaboração das políticas públicas seja garantida a participação.
Mas o objetivo maior do seminário foi a eleição dos 13 delegados indígenas, que irão representar os povos indígenas de Pernambuco no seminário estadual de ATER, onde terá a participação de delegados de diversos seguimentos sociais, que será realizado no município de Pesqueira/PE no final do mês de Março. A principio a idéia de escolha era um delegado por povo indígena já que em Pernambuco são 12 povos e um delegado representado a entidade indígena APOINME, mas como só se fizeram presentes 07 povos a sugestão foi eleger 02 representantes de cada povo,com exceção de Xukuru de Ororuba, por conta que o índio Zé de Santa Xukuru já iria ocupar a vaga garantida da
APOINME.
E fazendo uma avaliação rápida sobre esse II Seminário de ATER Indígena, percebemos que esse programa vem a fortalecer as práticas tradicionais agrícolas, que os povos indígenas de Pernambuco vêm realizando a varias gerações, e com isso melhorar a qualidade de vida e a sustentabilidade desses povos.
Ao termino das discussões e dos trabalhos em grupos surgiram varias propostas, e entre as mais importantes segundo os participantes da ATER Indígena deve pensar e expressar a relação de cada povo com seu território, sua territorialidade, sua religiosidade, sua cultura e tradição. Devendo colaborar para o projeto de futuro de cada Povo Indígena; O calendário de trabalho de ATER Indígena deve se adaptar ao calendário interno de cada Povo\comunidade Indígena; Criar uma Comissão de ATER Indígena, como tem a COPIPE, que fará o diálogo com as outras instituições\governo; Que no processo de elaboração das políticas públicas seja garantida a participação.
Mas o objetivo maior do seminário foi a eleição dos 13 delegados indígenas, que irão representar os povos indígenas de Pernambuco no seminário estadual de ATER, onde terá a participação de delegados de diversos seguimentos sociais, que será realizado no município de Pesqueira/PE no final do mês de Março. A principio a idéia de escolha era um delegado por povo indígena já que em Pernambuco são 12 povos e um delegado representado a entidade indígena APOINME, mas como só se fizeram presentes 07 povos a sugestão foi eleger 02 representantes de cada povo,com exceção de Xukuru de Ororuba, por conta que o índio Zé de Santa Xukuru já iria ocupar a vaga garantida da
APOINME.
E fazendo uma avaliação rápida sobre esse II Seminário de ATER Indígena, percebemos que esse programa vem a fortalecer as práticas tradicionais agrícolas, que os povos indígenas de Pernambuco vêm realizando a varias gerações, e com isso melhorar a qualidade de vida e a sustentabilidade desses povos.
Museu Regional de Olinda recebe exposição “As roupas na esteira do tempo”
Mostra analisa a influência da vestimenta do século XIX no Carnaval pernambucano
Desde o século XIX que o vestiário ganhou uma importância maior na sociedade, passando a ser objeto de estudos e especulações. Nesse contexto, a moda começa a representar, através de suas criações, a cultura, os costumes e as distinções de classes, raças e gêneros. Para mostrar um pouco dessa história, o Museu Regional de Olinda (Mureo), equipamento cultural ligado à Secretaria de Cultura do Estado/Fundarpe, recebe a partir desta terça (13 de março) a exposição “As roupas na esteira do tempo”.
A mostra traz para o museu peças do século XIX que foram usadas pela sociedade da época e coloca em pauta a relação dessas vestimentas com o que foi e continua sendo usado por grupos e agremiações carnavalescas contemporâneas. “Com a exposição podemos nos deparar com a influência do vestuário no nosso Carnaval”, explica o coordenador do Educativo do Mureo, Luciano Borges.
As roupas na esteira do tempo contam com vestidos, ternos e outras peças de grupos emblemáticos do Carnaval pernambucano, como o Bloco Lírico O Bonde e o Maracatu Leão Coroado. Integram a exposição também vestimentas dos acervos de Laura Nigro e do Lorde de Olinda. A mostra fica em cartaz no Mureo até o próximo dia 29 de março.
Serviço:
Exposição – As roupas na esteira do tempo
Local: Museu Regional de Olinda – Mureo
Datas: 13 a 29 de março
Dias e Horários: terça a sexta – 9h às 17h sábados e domingos – 14h às 17h
Entrada gratuita
Mostra analisa a influência da vestimenta do século XIX no Carnaval pernambucano
Desde o século XIX que o vestiário ganhou uma importância maior na sociedade, passando a ser objeto de estudos e especulações. Nesse contexto, a moda começa a representar, através de suas criações, a cultura, os costumes e as distinções de classes, raças e gêneros. Para mostrar um pouco dessa história, o Museu Regional de Olinda (Mureo), equipamento cultural ligado à Secretaria de Cultura do Estado/Fundarpe, recebe a partir desta terça (13 de março) a exposição “As roupas na esteira do tempo”.
A mostra traz para o museu peças do século XIX que foram usadas pela sociedade da época e coloca em pauta a relação dessas vestimentas com o que foi e continua sendo usado por grupos e agremiações carnavalescas contemporâneas. “Com a exposição podemos nos deparar com a influência do vestuário no nosso Carnaval”, explica o coordenador do Educativo do Mureo, Luciano Borges.
As roupas na esteira do tempo contam com vestidos, ternos e outras peças de grupos emblemáticos do Carnaval pernambucano, como o Bloco Lírico O Bonde e o Maracatu Leão Coroado. Integram a exposição também vestimentas dos acervos de Laura Nigro e do Lorde de Olinda. A mostra fica em cartaz no Mureo até o próximo dia 29 de março.
Serviço:
Exposição – As roupas na esteira do tempo
Local: Museu Regional de Olinda – Mureo
Datas: 13 a 29 de março
Dias e Horários: terça a sexta – 9h às 17h sábados e domingos – 14h às 17h
Entrada gratuita


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