O 6º Seminário Nacional “Homens e Masculinidades em Recife


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Práticas de Intimidade e Políticas Públicas” acontece em Recife, de 1 a 4 de setembro.

O evento vai reunir pesquisadores nacionais e internacionais, representantes do poder público e estudantes para um debate voltado para o sexo masculino e as políticas públicas na área de saúde do homem. O coordenador do projeto Juventude, Gênero e Espaço Público do Instituto Sou da Paz, Gabriel Di Pierro, participará em umas das mesas temáticas, apresentando ações que o projeto desenvolve com adolescentes e jovens do Jaçanã e Grajaú, distritos da zona norte e sul de São Paulo, respectivamente.

No dia 2, o tema “Outras formas de ser, viver e fazer a diferença” vai orientar a apresentação de Gabriel. O coordenador abordará práticas de prevenção da violência com adolescentes e jovens e suas interfaces com a equidade de gênero. O case apresentado por Gabriel será o “Fala Aí” - conjunto de oficinas do Juventude, Gênero e Espaço Público que trabalha por meio de uma campanha de comunicação social feita pelos jovens os papeis socialmente atribuídos a meninos e meninas, homens e mulheres. Entre os produtos finais do Fala Aí que serão apresentados por Gabriel estão um fanzine especial de futebol feminino com álbum de figurinhas das jogadoras feito pelos jovens do Jaçanã e o fanzine feito ao final das oficinas pelos jovens do Grajaú. No Jaçanã a organização parceira do projeto é o Centro da Juventude Helena Portugal Albuquerque e no Grajaú a escola Padre José Pegoraro.
Na mesa, além do coordenador do Sou da Paz, estarão Carolina Esmanhoto Bertol (FacSul-MS) e Ana Elizabeth Lole dos Santos (PUC-RJ). Gabriel espera mostrar os resultados das oficinas de comunicação construídas com os jovens, e conhecer novos modelos. “Já estamos na terceira edição do projeto, construímos um formato e agora é um bom momento para compartilhar e dialogar com outras instituições. Esperamos conhecer novas práticas e pensar em formas de multiplicar essa campanha piloto de comunicação para outras organizações que também trabalhem com a questão de gênero. É uma excelente oportunidade para esta troca, que pode ser muito rica”, conclui Gabriel.

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