Vamos ao Café Quentinho na Política Nacional
Cada um esconde seus novos amiguinhos (Vamos brincar de esconde -esconde)
Dilma prefere não falar de seus novos aliados, como Fernando Collor, Renan Calhe
iros, José Sarney, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco, Garotinho, Jader Barbalho. Leonel Brizola, que a lançou na política, dificilmente os aprovaria.
iros, José Sarney, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco, Garotinho, Jader Barbalho. Leonel Brizola, que a lançou na política, dificilmente os aprovaria.Dilma esconde Brizola, cujo partido, o PDT, foi seu berço político. Alguém lhe pôs na cabeça que ela é PT desde criancinha. Mas não é: entrou no Governo do petista Olívio Dutra como parte da cota do PDT, e só rompeu com seu partido porque Alceu Collares se lançou candidato contra Olívio. Se ela mantivesse a fidelidade ao partido, perderia o cargo de secretária. Preferiu o cargo à coerência. (Carlos Brickmann)
Serra prefere não falar de seus novos aliados, como Roberto Jefferson e Joaquim Roriz - aliás, nem fala com eles. Paga o preço de tê-los como aliados e, como finge que não são aliados, não recebe em troca seus votos nem seus contatos. Quando é forçado a defender Jefferson, diz que foi quem denunciou o Mensalão, o que é verdade.
Serra esconde Fernando Henrique, de quem foi ministro em duas pastas. Alguém lhe pôs na cabeça que Fernando Henrique tira voto. Talvez tire - mas Serra já perdeu uma eleição para Lula, enquanto Fernando Henrique o venceu por duas vezes, e no primeiro turno. Tire votos ou não, Fernando Henrique faz parte da história de Serra (como faz da história de Alckmin, que se recusou a defendê-lo em 2006 e levou uma surra histórica de Lula). Ocultá-lo é mentir ao eleitor. (Carlos Brickmann)
PMDB já bota banca: quer o poder ''meio a meio'' com Dilma - Carlos Brickmann
o PMDB já definiu o tamanho do espaço que vai exigir num eventual governo da candidata petista à Presidência, faltando ainda 40 dias para a eleição, informam os repórteres João Domingos e Christiane Samarco, do jornal O Estado de S.Paulo deste domingo. Sob o argumento de que não é mais 'convidado', mas 'dono da casa', o partido quero o poder dividido 'meio a meio' e assento no Planalto, entre os 'ministros da Casa' e no Conselho Político que assessora a Presidência. Quer Henrique Meirelles na equipe econômica, cargos nas estatais e postos de chefia na Petrobras e na Petro-Sal. Quer ainda o Senado e a Câmara sob seu comando, tendo ou não a maior bancada. tinha sido lesado na divisão.
o PMDB já definiu o tamanho do espaço que vai exigir num eventual governo da candidata petista à Presidência, faltando ainda 40 dias para a eleição, informam os repórteres João Domingos e Christiane Samarco, do jornal O Estado de S.Paulo deste domingo. Sob o argumento de que não é mais 'convidado', mas 'dono da casa', o partido quero o poder dividido 'meio a meio' e assento no Planalto, entre os 'ministros da Casa' e no Conselho Político que assessora a Presidência. Quer Henrique Meirelles na equipe econômica, cargos nas estatais e postos de chefia na Petrobras e na Petro-Sal. Quer ainda o Senado e a Câmara sob seu comando, tendo ou não a maior bancada. tinha sido lesado na divisão.
Governo brasileiro dorme enquanto o chinês avança pesquisas - Elio Gaspari
MÃO E CONTRAMÃO - Enquanto o governo chinês joga bilhões de dólares na produção de carros elétricos e híbridos, o brasileiro faz o possível para manter esse assunto fora de sua agenda. Enquanto os mercados da China e da Índia preparam-se para vender tabuletas baratas para a leitura de livros eletrônicos, a indústria nacional produz carroças caras e o governo finge que esse assunto pertence ao futuro, mantendo tarifas escorchantes para a importação dos aparelhos. (Tudo indica que ainda neste ano a Google lança uma tabuleta esperta, custando menos que os US$ 500 do iPad.) Foram muitos os fabricantes de carruagens que continuaram criando cavalos quando os primeiros automóveis passaram em frente aos seus estábulos.
MÃO E CONTRAMÃO - Enquanto o governo chinês joga bilhões de dólares na produção de carros elétricos e híbridos, o brasileiro faz o possível para manter esse assunto fora de sua agenda. Enquanto os mercados da China e da Índia preparam-se para vender tabuletas baratas para a leitura de livros eletrônicos, a indústria nacional produz carroças caras e o governo finge que esse assunto pertence ao futuro, mantendo tarifas escorchantes para a importação dos aparelhos. (Tudo indica que ainda neste ano a Google lança uma tabuleta esperta, custando menos que os US$ 500 do iPad.) Foram muitos os fabricantes de carruagens que continuaram criando cavalos quando os primeiros automóveis passaram em frente aos seus estábulos.

Comentários
Postar um comentário
Deixe seu comentário e email que terei o maior prazer em entrar em contato com você.