Discurso de Lula em Garanhuns mostra o quanto ele é religioso


O que disse o Presidente Lula em seu discurso nesta sexta-feira (23), em Garanhuns.

Dilma:

“Essa mulher foi barbaramente torturada. Não existe nada mais grave que o ser humano possa fazer com o outro do que torturar. Vocês sabem por que Jesus Cristo foi torturado”, disse. “Cicatrizes no corpo dela certamente já sararam. Mas o que é mais fantástico é que sararam a alma dela e a consciência dela”, completou o presidente.

Sobre a CPMF

"estaria todo estraçalhado como Jesus Cristo", referindo-se de maneira especial à derrubada da CPMF.

"Se eu for falar do que o Senado fez comigo, do que os senadores de Pernambuco fizeram comigo... os senadores daqui não respeitaram os 40 bilhões de reais da CPMF que eles tiraram da saúde", atacou o presidente, ao lado de Dilma e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Confiança plena em Dilma

“Esta é uma mulher que eu daria um cheque em branco. Esta é uma mulher que eu daria meu carro para fazer uma viagem”, disse o presidente, que também lembrou a luta de Dilma contra a ditadura militar. Lula afirmou que ela foi presa por lutar por liberdade em um tempo em que era proibido falar em liberdade.
Pesquisa

Lula disse que, diante do resultado do levantamento, o Nordeste estava “proibido” de pedir para dançar forró pé-de-serra.

“Depois dessa pesquisa, o Nordeste está proibido de ouvir forró pé-de-serra. Tem que ouvir forró pé-de-Dilma”,

Ao avistar entre os presentes o ex-presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti (PP), Lula disparou contra os deputados.

"A imprensa está aqui e vai até reclamar que eu citei você, mas eu vou citar."

"Quando você foi eleito, a elite da Câmara estava querendo o meu impeachment. Mas você não pediu e esta mesma elite fez o seu, julgando você uma figura imprópria para presidir a Casa. Graças a Deus você teve a grandeza de não fazer o jogo da elite."


"mas eles não me conheciam, não sabiam que o Lula não era só o Lula. Eu não guardo mágoas, aceito qualquer coisa, mas não venham querer mexer no direito que o povo me deu de governar o Brasil".

Sobre Caetés:

“Hoje lembrei do que era Caetés quando nem Caetés era. Foi possível provar que mesmo quem estava no pau-de-arara pode ser presidente”.

Da experiência na campanha presidencial de 1989

"A Marisa [Letícia, primeira-dama] me dizia para desistir, mas na vida não existe desistir enquanto estamos vivos”.

Da escolha do próximo técnico da seleção Brasileira

”Avisem o Teixeira [Ricardo Teixeira, presidente da CBF] que a partir de janeiro estou desempregado”.

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